25/10/2017

ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO

Professores do EPC lançam petição e esclarecem os pais sobre a situação laboral e profissional que lhes está a ser imposta


Os professores do ensino particular e cooperativo – regular, ensino profissional e ensino artístico especializado – são vítimas de um acordo que envolveu a entidade patronal e quem, em seu nome, o celebrou, daí resultando um contrato coletivo que lhes retira direitos, reduz salários, agrava a carreira e aumenta o horário de trabalho. Como se não fossem suficientemente penalizados com este contrato coletivo de trabalho, pretendem os que acordaram com os patrões, que os professores, mesmo não sendo seus associados, lhes paguem uma “quota” mensal.

Está a ser feita uma grande pressão sobre os professores, a ponto de, em alguns colégios, o acesso ao emprego depender da aceitação daquele contrato coletivo de trabalho, e são feitas as mais variadas manobras com vista à cedência por parte de quantos, até agora, têm resistido a aderir.

Muitos professores das diversas valências do ensino particular e cooperativo não se conformam com a situação e querem manifestar o seu protesto. Assim, a partir de dia 25 (quarta-feira), porão a correr uma Petição a entregar na Assembleia da República, no sentido de serem tomadas medidas que alterem esta situação. Simultaneamente, terá início a distribuição de um folheto aos pais e encarregados de educação, dando conta do problema que afeta estes professores.

Esta iniciativa de lançamento destes documentos, que foi adiada por uma semana devido aos três dias de Luto Nacional, decorreu no dia 25 (quarta-feira), frente ao Colégio dos Carvalhos, em Vila Nova de Gaia, e será, posteriormente, replicada em outros colégios. Estiveram presentes professores do colégio e dirigentes do SPN, contando a iniciativa com a participação do Secretário-Geral da FENPROF. 


O Secretariado Nacional


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