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Dificuldades nas ruas de Évora: A deslocação em cadeiras de rodas

  
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O sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), membro da FENPROF, desenvolveu uma iniciativa, no dia 6 de dezembro, em Évora, com o objetivo de sensibiliza os alunos para as dificul-dades diárias que enfrentam as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas.

No âmbito de um projeto de parceria estabelecida entre a Federação Nacional de Professores (FENPROF) e a Confederação Nacional de Organizações das Pessoas com Deficiência (CNOD) e para assinalar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (que ocorreu no passado dia 3 de dezembro) realizaram-se várias iniciativas em todo o país.

O sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), membro da FENPROF, desenvolveu uma iniciativa, no dia 6 de dezembro, em Évora, com o objetivo de sensibiliza os alunos para as dificuldades diárias que enfrentam as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas.

A iniciativa contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Évora, Pinto de Sá, que dirigiu algumas palavras aos alunos das escolas de EB1 do Rossio e EB1 de S. Mamede, pedindo a sua colaboração na deteção de problemas associados à mobilidade das pessoas com deficiência. Esteve também o Presidente do SPZS, Manuel Nobre, que referiu que é importante intervir na construção de uma sociedade mais igualitária, diminuindo-se as diferenças. Esteve também presente a Coordenadora da Educação Especial da FENPROF, Ana Simões, que dinamizou a iniciativa em colaboração com os dirigentes do SPZS e os professores presentes.

Esta ação contou com a presença de instituições convidadas, como: Cercidiana - Évora, APPACDM - Évora e Associação de Surdos de Évora.

Com o SPZS esteve Daniel Falé, engenheiro agrícola de 48 anos, paraplégico há 17 anos devido a um acidente de trabalho e membro da Associação Nacional dos Deficientes Sinistrados no Trabalho, tendo-se associado, por via da CERCI, um seu utente que se desloca em cadeira de rodas.

O percurso escolhido para esta iniciativa teve início na Praça do Sertório, passando pelos edifícios dos CTT e finanças e terminado na Praça do Giraldo. Ao longo do percurso, os alunos foram detetando diversas barreiras arquitetónicas, como por exemplo: rampas com demasiada inclinação; degraus; pavimento irregular; portas de acesso aos serviços que impedem a entrada de cadeira de rodas e acesso à caixa multibanco. Nos diversos pontos do circuito, os alunos foram colocando questões e apresentando hipóteses de resolução das barreiras arquitetónicas encontradas.

Esta iniciativa não se esgota neste dia pois, em sala de aula, os alunos irão continuar a debater a importância cívica e humana de se respeitar as pessoas com deficiência e de se promover meios conducentes a uma melhoria da sua mobilidade e qualidade de vida. Irão surgir textos de alunos, dirigidos a diversas instituições, que refletirão a importância desta iniciativa e, estamos certos, contribuirão para a mudança de mentalidades e atitudes.

A Direção do SPZS


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