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O SPZS/ FENPROF volta a alertar para a preocupante situação da Escola Secundária de Serpa

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O SPZS/Fenprof volta a alertar para as más condições que se verificam no edifício da Escola Secundária de Serpa. Situação que tende a eternizar-se, não obstante, as diversas iniciativas públicas de denúncia e consciencialização, que já realizou sobre esta problemática.

No próximo dia 9 de Fevereiro completam-se 6 anos que entrou em vigor a Lei n.º2/2011, que impõe a remoção de amianto em edifícios, instalações equipamentos públicos, onde se incluem escolas do distrito de Beja.

O SPZS/Fenprof volta a alertar para as más condições que se verificam no edifício da Escola Secundária de Serpa. Situação que tende a eternizar-se, não obstante, as diversas iniciativas públicas de denúncia e consciencialização, que já realizou sobre esta problemática.

Desde há muito que o SPZS / Fenprof insiste para que o Governo tome medidas efetivas para respeitar a Lei n.º2/2011, quer na identificação dos edifícios que contêm amianto, quer na calendarização das intervenções a realizar.

Em Fevereiro de 2014 o SPZS/Fenprof fez chegar uma queixa ao Presidente do Conselho Europeu, ao Presidente da Comissão Europeia, ao Comissário Europeu do Ambiente e ao Comissário Europeu para a Educação, Cultura e Juventude pelo incumprimento da referida lei por parte do Governo português.

Dos vários contactos efetuados com o Ministério da Educação nos últimos anos sobre a remoção do amianto existentes nos estabelecimentos escolares o SPZS/ Fenprof destaca a entrega de um dossiê, em Junho de 2016, que entre outras matérias, incluía a temática do amianto.

Na sequência da visita de hoje, dia 24 de Janeiro de 2017, à Escola Secundária de Serpa, o SPZS confirmou o avançado estado de degradação de algumas das instalações e da não intervenção por parte do Governo, de modo a resolver a situação que desde à muito se aguarda.

O SPZS/ Fenprof irá dirigir-se, uma vez mais, ao Governo / Ministério da Educação no sentido de exigir uma solução imediata para este problema que afeta a saúde de toda a comunidade escolar, o qual não se limita à Escola Secundária de Serpa, mas também à Escola Secundária de Castro Verde, à Escola Básica Integrada de Vila Nova de S.Bento, e às Escola Básicas Mário Beirão e Santiago Maior, em Beja.

A Direção Distrital de Beja do SPZS
Beja, 24 de Janeiro de 2017

 


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